sábado, 30 de agosto de 2014

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CONVITE - 9º Aniversário B.O Moto Clube / São José do Rio Preto-SP

Vamos participar, vai ser muito legal!

MANJAR DOS DEUSES


Lindas "traseiras"!

BELEZA – Os 5 elementos que cuidam da sua pele

Vira e mexe a indústria cosmética anuncia uma grande novidade para anular ou retardar os sinais da passagem do tempo sobre a pele. São tantas as opções que não é difícil ficar perdida em meio a tantos nomes estranhos, promessas e marcas. Para ajudar na tarefa, consultamos dermatologistas para responder à seguinte questão: quais são os ativos antiidades mais eficientes já lançados até hoje? Confira, a seguir, as respostas.
1.   
    RETINOL -  Trata-se de um derivado da vitamina. A que, quando aplicado sobre a pele, transforma-se em ácido retinóico,  elemento com ações rejuvenescedoras. O retinol age dentro do núcleo da célula, promovendo sua renovação. “Além disso, um de seus principais benefícios é que ele também estimula a produção de colágeno novo”, explica o dermatologista Jardis Volpe, de São Paulo. O retinol,  de forma geral, é bem tolerado e não costuma deixar a pele vermelha, seca ou irritada. Pode ser usado, sobretudo à noite, em cremes para a face ou pálpebras.
2.    
   VITAMINA C -  Presente em frutas críticas como laranja, acerola e caju, a vitamina C é um potente antioxidante., Ou seja, bloqueia a ação dos radicais livres, moléculas que degradam as células, causando o envelhecimento. Além de frear esta ação, a vitamina – também chamada de ácido ascórbico – estimula a formação de novo colágena e ajuda a proteger a pele dos efeitos do sol. Raramente causa irritação, mas, eventualmente, pode ocorrer em peles sensíveis. É encontrada em inúmeros cosméticos para rosto, colo e área dos olhos. “Pode ser usada durante o dia, antes de o filtro solar, e também à noite”, indica a dermatologista Carla Albuquerque, de São Paulo.
3.    
   AQUAPORINAS – São proteínas que formam poros nas membranas das células, permitindo a entrada e saída de água. Presentes naturalmente na epiderme são essenciais para o funcionamento normal da pele. No entanto, a eficácia dessas proteínas decai com o passar dos anos. A pele, formada por 70% de água, fica mais seca e enrugada. Uma pele bem hidratada tem textura mais suave e mais luminosidade. Além disso, linhas finais são atenuadas, uma vez que tendem a aparecer mais um rosto desidratado.
4.    
   ACIDO HIAPURÔNICO -  Faz parte de um grupo de açúcares presentes naturalmente na pele, que formam uma espécie de “gelatina” entre as fibras do colágeno e elastina. Para uma pele mais firme, hidratada e com sinais de envelhecimento atenuados, seu uso pode ser iniciado aos 25 anos. Não há contra-indicação para o uso do ácido hialurônico , exceto para grávidas e mulheres que amamentam. “Não existem pesquisas que comprovem algo, mas, por precaução, não indicamos para essas pacientes”, explica Bellini.
5.    
   VITAMINA E – Presentes em alimentos como castanhas, vegetais verde escuros, oleaginosas, gema de ovo e fígado bovino, é um antioxidante capaz de regenerar o colágeno já  existente na pele. Conhecida como tocoferol nos tratamentos cosméticos, funciona como um coadjuvante na ação de outros antioxidantes, potencializando seus resultados. “Embora impeça a degradação do colágeno natural da pele, não estimula a produção  de proteínas”, esclarece Bellini. Também tem efeito protetor contra a radiação solar.

Fonte: Jornal Diário da Amazônia

A Lei da Arbitragem

O relatório sobre o projeto que trata dos mecanismos extrajudiciais da mediação e arbitragem na resolução de conflitos no país pode ser votado ainda este mês. A comissão especial criada há um mês na Câmara para analisar a matéria fez a primeira e última audiência sobre o tema. O projeto (PL 7.108/14) foi elaborado no Senado, por uma comissão de juristas, que concluiu a proposta depois de debates e negociações no ano passado, que duraram vários meses. O relatório sobe a matéria dever ser apresentado nesta terça-feira para que seja votado ainda este mês.  Como o texto tramita em caráter conclusivo na Casa, depois de aprovado será levado à sanção do presidente da República.

A idéia de parlamentares e juristas é modernizar a chamada Lei da Arbitragem (Lei 9.307/96) para tornar o recurso mais acessível e, com isso, reduzir o volume de processos que chegam à Justiça anualmente. O Brasil já ocupa o terceiro lugar entre os países que utilizam esse recurso, mas que, com as alterações necessárias na lei, pode passar a liderar o ranking. Números da Justiça revelam que, anualmente, cerca de 30 milhões de novas ações são iniciadas no país, provocando um congestionamento da Justiça. A estimativa dos juristas é que em cada dois cidadãos brasileiros, um tem processo judicial em andamento.

A avalanche de causas no Judiciário reflete que é preciso contornar essa situação, apresentando soluções eficazes, segundo o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Luis Felipe Salomão, para quem a arbitragem e a mediação de conflitos antes que as questões sejam transformadas em processos são algumas das saídas para desafogar os tribunais. Salomão presidiu a Comissão de Juristas do Senado para a reforma da Lei de Arbitragem. Além de desafogar o Judiciário, as mudanças vão abrir as portas para a população carente que hoje não tem acesso ao Poder Judiciário.

Pelo texto formulado no Senado, os órgãos da administração pública direta e indireta poderiam recorrer à arbitragem para resolver conflitos de direitos patrimoniais com as empresas, por exemplo. A lei atual já prevê o recurso nos caos que envolvem apenas empresas. As mudanças propostas no Senado também autorizam a arbitragem em conflitos de relações de consumo quando a iniciativa for do próprio consumidor, sobre relações trabalhistas, para os casos de empregados que ocupam cargos de administrador ou diretor estatutário e conflitos societários, entre acionistas de uma empresa.


Fonte: NOSSA OPINIÃO / Jornal O Estadão do Norte

VOTOS NULOS E ELEIÇÕES LEGÍTIMAS

Diante dos sucessivos escárnios ocorridos na República, o sentimento de indignação dos eleitores vem adquirindo contornos extremos e até peculiares. Por conta disso, a idéia de uma “nova eleição” ante um hipotético predomínio de votos nulos sobre os válidos como forma de protesto dos eleitores tem sido noticiada. Os adeptos desta duvidosa solução para as anomalias e mazelas do país sustentam que se mais da metade dos votos do dia do pleito forem anulados pelos eleitores, haverá uma “nova eleição” e que os candidatos que participaram da primeira não poderão concorrer na seguinte. Negativo.

O ordenamento jurídico define objetivamente que será considerado eleito o candidato que obtiver a maioria absoluta de votos, desconsiderando brancos e nulos. Ou seja: vencerá o pleito majoritário quem obtiver metade mais um dos votos válidos, do país ou do Estado. Mesmo que a eleição tenha reduzidos percentuais de participação, sempre haverá a formação der uma maioria e algum candidato será eleito, salvo se o comparecimento do eleitorado às urnas for zero, o que não se cogita nem como grotesca ilustração.

A “tese” da anulação de uma eleição para que outra lhe suceda, com ou sem os candidatos da primeira, corresponde a uma pregação inútil porque juridicamente impossível. O sistema, ainda que imperfeito e por isso sujeito a ajustes periódicos pelo Poder Legislativo, não estabeleceu regras frágeis ou vacilantes a ponto de vulnerar a democracia que o sustenta. De outra parte, o Código Eleitoral determina que uma “nova eleição” somente ocorre se aquele que venceu o pleito por mais de 50% dos votos tiver o seu registro ou diploma cassado por decisão da Justiça Eleitoral diante de abuso ou inelegibilidade.

Disseminar fórmulas juridicamente inconsistentes é um desperdício de tempo e de opções, especialmente diante de mandatos que se estendem por no mínimo quatro anos. Já a manifestação apolítica do eleitor anulando o voto corresponde a uma forma livre e legítima de expressar a sua rejeição por candidaturas, pela política e até mesmo pelo voto obrigatório. Entretanto, votos nulos não têm serventia democrática porque não foram direcionados a nenhum candidato. Nas democracias contemporâneas e organizadas, ainda que alguns divirjam, sempre existem eleitores e eleitos.


Fonte: COLABORADOR OPINA – Texto de Antônio Augusto Mayer dos Santos / Advogado – Jornal O Estadão do Norte

Calibragem ideal para a sua Harley

Fonte: Nassim Argel, Amigo e motociclista - "Haleiro" de coração.

CICLISTA MALUCO - Ciclista que pedalou do Chuí ao Oiapoque chega a Porto Velho

Janilton Ferreira foi recebido pelo diretor geral do Alto Madeira, jornalista Euro Tourinho, que incentivou o ciclista a continuar suas incríveis viagens pela América.

O "Ciclista Maluco", assim como é conhecido Janilton Ferreira, chegou a Porto Velho depois de atravessar todo o País, do Chuí ao Oiapoque. Aos 59 anos de idade, Janilton tem mais de dez mil fotos com políticos, empresários, artistas e esportistas de todo os Estados brasileiros por onde passou. A jornada de cruzar o Brasl de bicicleta começou no dia 19 de julho de 2012 (Chuí) e foi completada no dia 18 de julho de 2014, no Oiapoque.

Por onde passa, o "Ciclistga Maluco" é abordado pela mídia, interessada em saber como um homem
sozinho pode pedalar tantos quilômetros. Ele já pedalou no Uruguai, Argentina, Guiana Francesa, Bolívia e Paraguai. "Por onde passo, o povo me recebe muito bem. Pelas estradas, nunca foi roubado. O pior da viagem é quando não tem asfalto e meu maior medo são os caminhões que passam bem perto de mim", comenta Janilton . Na epopeia de cruzar o País, ele gastou mais de onze pares de pneus na "Bambina", sua terceira bicicleta. Quem deseja apoiar esse esportista, pode ligar (47) 9961-6887.

Fonte: Jornal Alto Madeira