sexta-feira, 3 de julho de 2015

Ao Infinito e, Além...

Em busca de terras gaúchas e uruguaias, com a proteção do Supremo Arquiteto do Universo, certeza de boa chegada e bom retorno!


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Almoço com os meninos

Neste último domingo (28.06) este escriba, acompanhado dos Anis e Yure, estivemos no Restaurante Igarapé para um bom almoço, sendo o cardápio um delicioso peixe e camarão.  É claro que o registro foi feito.
Yure, Anis e Chaddad


COLUNA DO HERÓDOTO

    IRMÃOS SIAMESES

Os jornalistas produzem um produto que satisfaz o desejo dos cidadão. Um produto diferenciado, com regras definidas como a perseguição da exatidão, da ética e do interesse público. Hoje ele utiliza tanto as plataformas tradicionais como as novas mídias nascidas no bojo da internet. Esta proporciona um foco apurado no públco alvo, compartilhamento de informações, colaboração para a construção da noticia, integração entre as partes e a utilização em tempo real. Os jornalistas não podem esquecer que a prioridade é o público, o mesmo que consulta 180 vezes por dia seu smart phone. Ora para se informar, ora para ajudar a construir noticia. Diante dessa realidade de múltiplas plataformas e miríades de espaços informativos, a transparência entre o receptor e o emissor é um elemento essencial. É o primeiro passo para a construção da credibilidade, o diferencial competitivo entre um espaço informativo e outro. O  êxito nesse novo ecossistema depende também de identificar as preferências do público, sem o que não há audiência. A estratégia consiste em conhecer, encantar e surpreender o público.
  Ainda que o jornalismo seja um produto indispensável para a cidadania e a democracia, o emissor tem que saber qual o seu papel na produção de noticias, o que pode fazer para atender os anseios do público e quem ele é. Para se chegar a isso é preciso inovar, abrir espaços até hoje pouco utilizados. Um deles é abrir para que o público possa discutir os critérios de jornalismo que uma empresa ou um emissor utiliza. A redação precisa estar aberta não só para receber a interatividade proporcionada pelas mídias sociais, mas a presença física de representantes do público. Pode até haver alguma reação de jornalistas em discutir com leigos os critérios de produção de noticia, mas é saudável e democrático. Em outras palavras é dar ao público alvo não só o direito de voz , mas o de intervenção no proce
A tendência atual é que a audiência não espera mais a informação, ela procura nos inúmeros espaços na internet. Quando chega em casa à noite, o cidadão  já sabe da maioria das noticias e espera encontrar algo mais do que a repetição de tudo o que já viu, ouviu  e leu . Vai atrás da análise, da explicação mais profunda, do comentário, da opinião sobre os assuntos divulgados durante  todo o dia. Muitas dessas estratégias derivam do marketing, ainda que ainda haja por parte de alguns jornalistas uma certa resistência a ele. Afinal o marketing é uma atividade humana dirigida para satisfazer as necessidades e desejos através dos processos de troca( Kotler). O jornalista troca o seu trabalho pelo salário e  audiência. Nas empresas jornalísticas as informações são trocadas por dinheiro. Portanto ainda que tenham objetivos diferenciados, marketing e jornalismo andam na paralela em busca do mesmo objetivo: credibilidade com rentabilidade. São irmãos siameses, um não existe sem o outro.
Fonte: Heródoto Barbeiro - Record News / São Paulo-SP

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ponta do Lápis em Movimento




OPINIÃO DE PRIMEIRA

PERGUNTAR NÃO OFENDE: E A ABSURDA INVERSÃO DE VALORES? 

O governo anunciou um corte de 9 bilhões de reais nos financiamentos para o  FIES. Milhares de estudantes foram prejudicados. Alguém aí viu algum protesto da UNE ou das organizações de estudantes das universidades do nosso país? Não viu, porque não aconteceram. Também foram anunciados cortes profundos em vários outros programas que atingiram em cheio áreas vitais para o povo brasileiro, porque além da educação, a saúde, a segurança pública e vários outros setores ficaram pendurados no pincel, com cortes no orçamento. Só para os programas habitacionais capitaneados pela Caixa Federal na aquisição da casa própria, o “talho”, como dizem os gaúchos,  que podem superar os 23 bilhões de reais. Protestos? Reclamações? Estudantes nas ruas? Zero. A Operação Lava Jato, que ainda está em andamento, trouxe a público sem dúvida o maior esquema de roubo do dinheiro público já registrado não só na história do Brasil, mas também, pelo volume, algo nunca visto em centenas de países, mesmo os mais corruptos do mundo. Onde estão os “movimentos sociais”, tão ávidos por ir para as ruas para defender seus parceiros de ideologia, que silenciam sobre essa tragédia nacional? Cadê as notas oficiais de instituições respeitadas, como por exemplo o Ministério Público e a OAB, exigindo que todos os criminosos que corroeram bilhões de reais do dinheiro suado do povo sem presos e devolvam tudo o que roubaram?
Essas perguntas têm razão de ser. Zero protestos contra o que pode representar de retrocesso no país, com cortes de bilhões de reais do orçamento em setores vitais, mas uma enorme mobilização para exigir que não fosse aprovada a mudança na Lei da Maioridade Penal? Alguém entendeu? Não é uma absurda inversão de valores, mudando os valores pessoais e da Nação?  Perguntar não ofende...
 TERRAS DE CABRAL - Exemplos nesse contexto não faltam. Um deles: a UNE, que desde a chegada ao poder do PT e seus aliados se transformou num tapete para que os poderosos limpem seus sapatos, deixa claro o quanto os rumos do país mudaram. E de como  uma inacreditável  inversão de prioridades toma conta da nossa Nação. Mas há muitas outras entidades e instituições que estão dominadas pelo lado mais lamentável da política.  É apenas um comentário, mas infelizmente,  baseado numa verdade triste do que está acontecendo por essas terras de Cabral...
A DURA VIDA NO LIXO - A dura vida da gente que vive no lixo, na Vila Princesa, em Porto Velho, foi a principal atração  no programa  Repórter Record/Investigação, que foi ao ar esta semana para todo o Brasil e  mais de 170 países, pela Record. O trabalho comandado pelo repórter Eduardo Kopanakis (SIC TV/Record), com apoio da equipe de jornalismo,  retratou  como sobrevive uma parcela da população, geralmente esquecida, mas que, com muito sacrifício, consegue ir em frente.Vários  catadores de lixo já são pequenos empreendedores, crescendo no meio da sujeira e riscos de doença. Nesta semana, a TV SIC está apresentando uma série de matérias sobre o tema, que merece ser vista.
CRIMES NA PRISÃO - Há quem tenha se surpreendido com a ação policial que desbaratou uma quadrilha que agia dentro dos presídios rondonienses, incluindo os da Capital. Mas quem conhece a estrutura do crime, sabia exatamente o que estava acontecendo. Muitos criminosos cumprem pena durante algumas horas, Nas outras, através de celulares que entram aos borbotões nas cadeias, organizam ações, determinam assaltos e assassinatos, mandam e desmandam. Usam os direitos humanos que os protege, porque os mesmos direitos não protegem as pessoas de bem, para continuar cometendo toda a sorte de delitos.
SALVE A NOSSA CULTURA! - Começa nesta quarta, mais uma edição do Flor do Maracujá. Espera-se que seja melhor do que a última, realizada na zona leste e que, apesar do bom público, ficou muito menor do que deveria ser. A volta para o Parque dos Tanques é uma tentativa de fazer com que o evento volte a ser grandioso, como era quando realizado na sua área que foi tradicional durante  pelo menos duas décadas, próximo ao atual CPA. Espera-se que a verba distribuída pela Prefeitura seja suficiente para grandes espetáculos de Quadrilhas e Boi Bumbás. É mais uma chance de valorizarmos a cultura local. Que ninguém deixe de prestigiar a grande festa!
SÓ FACTÓIDE? - Já começou a CPI dos Shows, na Câmara de Vereadores de Porto Velho.  A menos que surja alguma prova de superfaturamento ou outra ilegalidade, é mais uma perda de tempo. O único problema real que o prefeito Mauro Nazif poderá enfrentar com essa CPI, será o do desgaste político, que, aliás, o tem atingido de todas as direções, praticamente desde o início do mandato. A tendência é que a CPI não passe de mais um factóide, a não ser que apareça, na investigações, informações que até agora não apareceram. Esperemos, pois!
PERGUNTINHA - Se for verdadeira a previsão do ex ministro da Fazenda, Armínio Fraga, de que a crise da economia brasileira não está nem no começo, o que será de nós?
Fonte: Jornalista Sérgio Pires



Pensamentos...Sonhos...Realidade...!

E mais nada.


Você

Só para descontrair!


Lá no posto Ipiranga - quarta-feira

Bem, este escriba e o Vital estivemos lá no posto Ipiranga para o encontro da quarta-feira (1). Porém, ninguém mais foi. Registramos a presença da Amiga e motociclista Tabira, funcionária do posto (ANPM). Mas de qualquer modo vamos em frente. Veja as fotos

Tabira, também adora o motociclismo. Marcou presença!