segunda-feira, 25 de maio de 2015

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TRANSPOSIÇÃO DOS SERVIDORES

Servidor esperando a Transposição!

Nova Comissão da Transposição acelera análise de processos com base na Lei nº 13.121/2015

Segundo Neleide Ábila, a comissão já está trabalhando intensamente há cerca de um mês na organização dos processos, com a meta de que sejam analisados pelo menos 150 por semana.
O Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, através da Comissão da Transposição, adotou uma nova dinâmica de trabalho visando cumprir o que determina a Emenda Constitucional nº 60, a Lei nº 13.121/2015, e as demais leis que preveem a transposição de servidores para o quadro da União.

O cronograma de trabalho foi exposto durante reunião da nova presidente da Comissão da Transposição, Neleide Ábila, que estava acompanhada da advogada Flávia Batista, também integrante da comissão, com o presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva, e com o Secretário de Assuntos Jurídicos, Nereu Klosinski, ocorrida na sexta-feira, dia 22/05, em Brasília.

Segundo Neleide Ábila, a comissão já está trabalhando intensamente há cerca de um mês na organização dos processos, com a meta de que sejam analisados pelo menos 150 por semana.
Os diretores do Sintero fizeram uma série de questionamentos com a finalidade de tirar as dúvidas dos servidores. A comissão confirmou que não há mais dúvida quanto aos direitos dos servidores que foram reintegrados e dos que possuem na carteira de trabalho a inscrição de que foram contratados por prazo determinado, ficando pendente apenas a análise da documentação.

A presidente da comissão informou que os técnicos estão iniciando a análise pelos processos menos complexos, aqueles que não apresentam problemas, que estão com a documentação toda correta, ou que dependem de pequenos detalhes. Posteriormente serão analisados os casos mais complexos e os processos mais problemáticos.

À medida em que os processos vão sendo analisados, a comissão vai emitir seu parecer sobre cada um e vai enviar para o endereço dos servidores uma comunicação na qual informará se o processo foi deferido ou indeferido, e nesse caso, o motivo.
Os servidores que receberem a comunicação do deferimento terão prazo de 10 dias para responder se aceitam ou não serem enquadrados no Plano de Carreira do Ex-Território, de acordo com a Lei nº 13.121. Se o servidor não responder, será enquadrado automaticamente, pois o governo federal vai entender o silêncio como uma aceitação tácita.

A presidente da Comissão da Transposição informou aos diretores do Sintero que está em contato permanente com o governo do Estado o que pode facilitar o trabalho em caso de dúvida sobre alguma situação ou de falta de algum documento.

Ela também disse que manterá o sindicato informado sobre o andamento dos trabalhos através de reuniões periódicas com os representantes dos servidores, e que está disponível para qualquer esclarecimento que se fala necessário.


O Secretário de Assuntos Jurídicos do Sintero, Nereu Klosinski, destacou a importância de se agilizar a análise dos processos, e de se manter os servidores informados acerca do andamento dos trabalhos.
O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva, disse que o sindicato se manterá vigilante e vai acompanhar cada passo desse trabalho até que todos os servidores que têm direito à transposição estejam enquadrados na folha da União.

Autor: Assessoria de Imprensa do Sintero

QUEM ACREDITA NISSO?


DEUS NOS FALA

Evangelho de S. João 20, 19-23


Deus é a nossa paz, a nossa alegria! Estamos celebrando a grande festa de Pentecoste, em que se confirma a festa do Espírito Santo e do nascimento da Igreja. Esta Igreja continua a obra de Jesus, assistida e guiada pelo Espírito Santo, através da Eucaristia, da Palavra de Deus, dos sacramentos, da oração e da vida cristã. Esta aparição narrada pelo evangelista São João revela como Jesus entra em contato com seus discípulos para lhes confiar a Missão: “À tarde desse mesmo dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas onde se achavam os discípulos, por medo dos judeus, Jesus veio e, pondo-se no meio deles, lhes disse: ‘A paz esteja convosco! ’”

Ele os encontrou com medo, porque estavam preocupados com o pensamento e a estima do mundo. Jesus quis libertá-los de tudo isto, propondo-lhes a Paz. É esta Paz que lhes dá alegria. Experimentando tudo isto, libertam-se de qualquer medo e conseguem abrir totalmente à ação de Deus a vida deles. Com isto, estão aptos a receber a missão que Jesus lhes conferiu: “Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles aos quais retiverdes, ser-lhes-ão retidos.” A missão, portanto, é conferida por Deus e tem o mesmo conteúdo do Filho Jesus, que é glorificar o Pai, fazendo conhecer o seu nome e o seu projeto de amor.

Esta Missão consiste em continuar a obra do Mestre de Nazaré, fazendo uma só coisa com Ele, deixando-se iluminar, guiar e sustentar na missão de evangelizar. Nisto revela-se a total obediência e fidelidade a Deus, autor da Missão. E para garantir este mandato, Jesus lhes doou o Espírito Santo: “Soprou sobre eles e lhes disse: ‘Recebei o Espírito Santo.’ Quero lembrar que, para João, ressurreição e dom do Espírito Santo são um só evento, de fato são colocados no mesmo dia. Um evento único não somente cronológico, mas, mais ainda, no sentido teológico. Dito isto, é interessante notar como esta doação é realizada através de um sopro.

Isto nos faz lembrar, conforme o livro do Gênesis, a ação de Deus na criação do mundo. Portanto, receber o Espírito Santo significa ter a capacidade de plasmar de novo todas as coisas. Com isto, temos a certeza de que qualquer missão que provêm de Deus terá sempre consigo a ação do Espírito Santo. É Ele quem nos ajudará a fazer até as grandes coisas. É a ação do Amor que sabe a importância de quanto são preciosos os seres humanos. Revivendo esta
preciosidade, podemos experimentar o dom da Misericórdia de Deus que se faz na Igreja e através da Igreja. Ela fará de tudo para salvar a todos, denunciando e opondo-se ao pecado.

Essa nova criação todos nós podemos compartilhar, tomando consciência do Espírito Santo em cada um de nós. Conseguir ser aquilo que somos, por sermos filhos e filhas de Deus, é realizar na nossa existência a vocação que cada um tem. Experimentando a alegria e a Paz, confirmamos a ação do Espírito Santo na doação de si. É isto que aquece a nossa vida. É bom se questionar como vivemos o dom do Espirito Santo no dia a dia de nossa vida. Por isso, pergunto-te: está percebendo que é Ele que te anima e fortalece na tua vocação cristã? Percebe a presença do Espírito Santo na tua vida? Está dando a verdadeira importância à pessoa do Espírito Santo, teu grande orientador? De que maneira compreende a ligação entre a ressurreição de Jesus e a ação do Espírito Santo na vida?

Fonte: Claudio Pighin -  Sacerdote, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação

Ji-Paraná – Vítima de roubo oferece recompensa para ter de volta sua motocicleta

O roubo de uma motocicleta da marca Yamaha na cor branca, modelo XJ6 N, Placa OHS-4597, registrada no município de Ji-Paraná, ocorreu por volta de 23 horas deste domingo (24), na Rua Manoel Vieira dos Santos (T-10), entre Curitiba e Maringá no bairro Nova Brasília, segundo distrito de Ji-Paraná.

A vítima foi abordada por um homem não identificado, o qual portava uma arma de fogo e lhe subtraiu a motocicleta e o capacete. Logo em seguida, o agente evadiu-se tomando destino ignorado.

A vítima está oferecendo recompensa para quem possa dar qualquer informação verídica sobre sua motocicleta.

Informações, entrar em contato imediatamente através do telefone (69) 9245-5055 / 9202-6361 ou 190 (Disk Denúncia). Haverá recompensa para quem encontrá-la ou passar informações que possa chegar até seu paradeiro.

Segue as imagens do veículo.



 Fonte:: Vip Notícias

Pensamento da Semana

"Se você não foi, você não foi."
Ditus, o Filósofo


PAPA GRITA CONTRA A INJUSTIÇA DA FOME

No último dia 12 de maio, o papa Francisco celebrou uma missa na Basílica de São Pedro, em Roma, com os integrantes da Cáritas Internacional, reunidos na sua 20ª Assembleia Geral, e falou sobre o escândalo da fome no mundo. Na homilia, o santo padre disse: “O planeta tem comida para todos, mas parece que falta a vontade de partilhar com todos, de preparar a mesa para todos e pedir que haja uma mesa para todos. Fazer aquilo que podemos para que todos tenham o que comer, mas também recordar aos poderosos da Terra que Deus chamá-los-á ao juízo um dia e manifestará se, verdadeiramente, procuraram prover comida para Ele em cada pessoa e se trabalharam para que o ambiente não seja destruído, mas possa produzir esta comida.”

Essa foi uma grande advertência para os responsáveis que conduzem a economia do mundo. O papa os define ‘poderosos’ desse mundo porque as decisões deles condicionam de maneira definitiva os rumos do planeta. Nesse sentido, se o nosso planeta vive ameaçado não é por culpa de Deus, mas por vontade de pessoas que ‘favorecem uns e se esquecem de outros’, que por sinal são muitos. Esse egoísmo não tem limites e não tem escrúpulos. Por isso, Bergoglio enfatizou: “Deus chamá-los-á ao juízo um dia”. A nossa má convivência e a deterioração da mesma natureza é fruto de obra humana e para tal pode e deve ser corrigida.

O ser humano tem esse poder de ameaçar a obra da criação de Deus, porque tudo aquilo que Deus criou foi muito bom. Assim sendo, o sucessor de Pedro sente a grande responsabilidade de resgatar a nossa condição de filhos e filhas de Deus em sermos obedientes a Ele e sermos seus colaboradores na sua criação. Os ‘grandes dessa terra’ podem ser grandes perante a sociedade, mas não perante Deus. Eles não podem exercer um poder para si, mas para servir os outros. E a fome e a destruição da natureza são sinais que o serviço desses poderosos da terra não alcança todo mundo, pelo contrário, é reduzido a uns. Isso se chama ‘injustiça’.

Por tudo isso, o papa Francisco na sua homilia afirmou que a Igreja “revela a força do amor cristão e o desejo da Igreja de ir ao encontro de Jesus em cada pessoa, sobretudo quando é pobre e sofre”. A Igreja tem o dever de defender tudo o que é obra de Deus; a Igreja está a serviço de Deus e não dos ‘poderosos desse mundo’ e para tanto ela deve ser abnegada no seu serviço ao seu Senhor. Assim sendo, não pode aceitar certas lógicas do mundo da prioridade do mercado e do lucro acima da obra da criação de Deus.

O papa Francisco, no discurso aos participantes da 38° Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)- 20.06.2013-, salientou: “As iniciativas e as soluções possíveis são numerosas, e não se limitam ao aumento da produção. Sabe-se que a produção atual é suficiente, e, no entanto, ainda existem milhões de pessoas que sofrem e morrem de fome: estimados amigos, isto constitui um verdadeiro escândalo! Então, é necessário encontrar os modos para que todos possam ser beneficiados com os frutos da terra, não apenas para evitar que se alargue o fosso entre os que são mais abastados e aqueles que se devem contentar com as migalhas, mas também e sobretudo para uma exigência de justiça e de equidade, bem como de respeito devido a cada ser humano.”

Palavras fortes do Sumo Pontífice que nos provocam para uma revisão de vida e de existência. Continuando o santo padre: “Pessoa e dignidade humana correm o risco de se tornarem uma abstração diante de questões como o uso da força, a guerra, a subalimentação, a marginalização, a violência, a violação das liberdades fundamentais ou a especulação financeira, que, neste momento, condiciona o preço dos alimentos, tratando-os como qualquer outra mercadoria, esquecendo-se do seu destino primário. A nossa tarefa consiste em voltar a propor, no atual contexto internacional, a pessoa e a dignidade humana já não como uma simples referência, mas como pilares sobre os quais se devem construir regras que sejam compartilhadas; que, ultrapassando o pragmatismo ou os simples dados técnicos, sejam capazes de eliminar as divisões e preencher as lacunas existentes. Neste mesmo sentido, é necessário contrastar os interesses econômicos míopes e as lógicas de poder de poucos, que excluem a maioria da população mundial, gerando pobreza e marginalização, com efeitos desagregadores na sociedade, assim como se deve combater aquela corrupção que produz privilégios para alguns e injustiças para muitos.” O mundo e os governantes devem ouvir e meditar, com urgência, o ensino do papa Francisco.

Fonte: Claudio Pighin, sacerdote, jornalista italiano naturalizado brasileiro, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação.


Ponto final

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Um belo dia, a paciência acaba. Não há qualquer vontade de conversar, de dar explicações. As manias, que antes eram percebidas como encantadoras, passam a ser consideradas abomináveis. Cai a ficha quando se percebe que ninguém se toca há semanas – e nem estou falando de sexo, mas daqueles beijos automáticos de “oi” e “tchau”. As reclamações se transformam em discussões intermináveis. 
Perde-se a razão, o amor-próprio, o respeito ao próximo. O roteiro dos momentos finais de um relacionamento são patéticos em sua previsibilidade. Esse percurso, visto à distância, com o passar do tempo, após esforços para salvá-lo, chega a parecer ridículo. Não consigo entender porque não é possível chegar à conclusão de que tudo acabou sem que ninguém saia machucado, sem carregar dores, sofrimentos e cicatrizes. O luto às vezes é longo demais.
Parece que vivemos a época de ouro das DRs, mas quando mais nenhuma conversa é capaz de salvar o relacionamento, a discussão sobre o fim não deveria ser longa. É muito difícil não tropeçar e cair nas armadilhas mais comuns: apontar erros e procurar culpados. É uma busca inútil que causa apenas tristeza e mais revolta. Cada um reage de uma forma, mas o mais importante é usar todas as forças para manter sob controle a raiva e a decepção, senão os erros se multiplicam. É algo difícil: ali está uma pessoa com quem se trocou intimidades e segredos, com quem se compartilhou sonhos traduzidos em alguma realidade. Ela não poderia nem deveria se transformar, de um momento para o outro, em desconhecida, mera passageira de um período da vida.
O rompimento sempre leva a muitos questionamentos sobre cada um e sobre sua capacidade de se relacionar. As mudanças são difíceis e não acontecem da noite para o dia. Podem demorar. Entendo que mudar a maneira de se relacionar pode ser a saída. Ninguém quer ficar sozinho por muito tempo, mas repetir comportamentos é abrir um novo caminho para o sofrimento. Assim a primeira medida que se toma é: viver!
Mas essa coisa chamada viver é mesmo muito difícil, cheia de riscos que às vezes residem apenas no imaginário e que, em outras ocasiões, pulam para a realidade. A recaída ourevival é uma das armadilhas mais perigosas. Essas pequenas voltas com frequência não deixam cicatrizar o que já deveria ter sarado.
Não existe sucesso ou fracasso quando se trata de relacionamentos. Não é possível medir promessas não cumpridas, palavras quebradas. Superar implica em entender que os caminhos não serão mais paralelos e que dificilmente tornarão a se cruzar. Por mais que seja complicado de absorver, para seguir em frente é preciso aceitar que o controle que temos sobre o rumo dos acontecimentos é apenas parcial. E que o imponderável, esse desconhecido, pode entrar em cena e trazer novos – e agradáveis – ventos.
Fonte: Blog tudo sobre tudo

domingo, 24 de maio de 2015