quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

TRANSPOSIÇÃO DOS SERVIDORES



Transposição avança em 2016...para servidores de Roraima e Amapá

De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em 2016 foram publicadas 8 atas sobre Rondônia , com um total de 169 servidores beneficiados. Referentes a Roraima e Amapá, foram publicadas cinco atas com 400 servidores transpostos só neste ano.

Estão disponíveis no site do Ministério de Planejamento e Gestão documentos que mostram, neste ano,  um avanço acelerado na transposição de servidores públicos dos antigos territórios federais  de Roraima e Amapá  para os quadros da União.

Neste dois estados, políticos como os senadores Romero Jucá, Randolph Rodrigues  e o ex-senador José Sarney conseguiram, em pouco menos de dois anos, o que os políticos rondonienses no conseguem há quase uma década.

Os servidores de Roraima e Amapá pegaram carona na transposição de Rondônia, mas dados de 2016 mostram que eles, pelo menos nesses dois primeiros meses do ano, já estão na dianteira de seus colegas de Rondônia.
De acordo com dados do Ministério do Planejamento, em 2016 foram  publicadas 8 atas sobre Rondônia , com um total de 169 servidores beneficiados.

Referentes a Roraima e Amapá, foram publicadas cinco atas com 400 servidores transpostos só neste ano.Detalhe: Roraima e Amapá tiveram a lei da transposição aprovada há menos de dois anos, enquanto a transposição de Rondônia é de 2009.

Fonte: Tudo Rondônia


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

José Carlos e Telma - Almoço / domingo

No último domingo (7) recebemos o convite dos amigos José Carlos e Telma, para um almoço na propriedade rural dos mesmos. Realmente uma delícia de comida. Momentos bons passamos lá com nossa família e a família do José Carlos e Telma.  O local é o sítio do José Carlos, lugar bonito e muito agradável. Veja as fotos na sequência dos fatos. 

Yuri, no comando da "viatura"


Rio Jamari









Telma (camiseta cinza)

Aqui: José Carlos e José Carlos


OPINIÃO DE PRIMEIRA

VENDA ILEGAL DA TERRA E INÉRCIA DA UNIÃO: CONFRONTOS À VISTA!

Está em andamento, a poucos quilômetros do centro de Porto Velho, uma sucessão de confrontos que pode acabar em muita violência e morte. Envolve uma  área de 10 mil hectares, na altura do quilômetro 36 da BR 319, já no Amazonas. Ali há uma confusão sobre propriedade da terra,que o Governo Federal, ao invés de ajudar, atrapalha mais e não define as coisas corretamente. Dizendo-se  proprietários, membros de uma família donos da terra até 1982, estão vendendo lotes da área que desde aquele ano, não lhes pertence mais.;A terra foi arrecadada pelo Incra, para fins de reforma agrária. Há pessoas ali morando ali há anos, mas na ilegalidade, segundo a legislação atual. Mesmo  sem saberem, incautos estão comprando terra, baseados em um documento de 1977, que não vale mais. O documento do Incra, de 1982,que retirou a propriedade, obviamente, não é mostrado aos compradores enganados. Se visse o documento que vale hoje (e não o antigo), claro que ninguém compraria um só metro quadrado de uma área que é federal.

Toda essa confusão, usada como exemplo apenas para que se entenda o risco que tais confrontos podem representar, tem como sempre, no pano de fundo, a inação oficial. Os verdadeiros colonos (e claro, o raciocínio não vale para os falsos sem terra) são colocados em áreas distantes, sem estrutura, sem estradas, sem apoio. As promessas nunca lhes são cumpridas.  Desesperados pelo abandono, quem ganhou terra cai fora, para não morrer de fome. Volta à cidade e, como só sabe trabalhar na lavoura, invade outra área. E é assim, fermentada pela incompetência e irresponsabilidade oficiais, que a crise se amplia. O caso do assentamento perto de Porto Velho é apenas um. Se a União não fizer seu papel – e não tem feito – os confrontos  da  terra jamais chegarão a um final feliz neste Brasil

 NINGUÉM DÁ BOLA - Por falar em invasão, mais uma está começando, lentamente , mas já com alguns pequenos casebres e casinhas modestas, construídas atrás do novo conjunto do Dnit, no outro lado do rio Madeira. Há cerca de três meses,as primeiras famíliascomeçaram a chegar ao local, demarcando pequenos lotes. Ninguém deu bola. Semanas depois, começavam as primeiras construções. Ninguém deu bola. Dentro dos próximos 90 dias, pode-se ter ali pelo menos uma centena de casas e barracos. Certamente ninguém vai dar bola também. Por aqui, invadir terrenos é comum e tudo fica por isso mesmo.

 MOTIVO DE PIADAS - Seria muito bom, para evitar se tornar alvo de gozação e piadas, que o sistema de segurança pública parasse de alardear que está limpando o  rio Madeira de dragas e balsas. Já foram feitas várias operações, com grande alarde, numa delas com o uso até de helicópteros. Horas depois que a polícia e as forças de segurança saem da área, a caça ao ouro na área proibida do rio volta a ser feita, como se nada tivesse acontecido. É estranho que isso aconteça, mas é a realidade. Dezenas de balsas e dragas estão no rio, normalmente. Não há quem as tire de lá.

 GASTANÇA DESNECESSÁRIA - A sugestão, já que não há solução para o problema,é  que a polícia e a Secretaria de Segurança não se exponham ao ridículo, anunciando prisões, multas, apreensões de balsas e equipamentos, se pouco depois tudo volta a ser como antes. Quem sabe um acordo com os garimpeiros, permitindo que eles trabalhem nas áreas até agora proibidas, evite que esta trabalheira e a gastança dos órgãos de repressão não se transformem em piada? Desde domingo, há pelo menos uma centena de balsas fazendo a garimpagem ilegal de ouro. Deixa assim, então!

 DONA MARINA VOLTOU!  - Ela voltou!  Está viva. Marina Silva, até agora calada ante a crise política e econômica do País, reapareceu na mídia, com todo oportunismo que gente como ela adora utilizar. Não traz solução, nem sugestão e muito menos auxilia em alguma mobilização nacional, que possa  ajudar a tirar do fundo do poço.  Apenas aproveita a chance para tirar seu pedaço de um corpo quase em decomposição, que é o triste governo brasileiro. A grande amiga das ONGs internacionais, que criou um partido só para si, não fez nada em benefício do país, mas tem milhões de  adoradores dentro e fora do Brasil. É um fenômeno

“SOU O MAIS HONESTO!” - "Eles querem chegar no Lula. Eu tenho endereço fixo, todo mundo sabe onde eu moro. Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido”. Frases ditas num encontro com blogueiros nesta semana,em São Paulo. E que e bem resume a grandiloquencia com que o ex Presidente Lula costuma se referir a si mesmo. Seria cômico, não fosse trágico!

 PERGUNTINHA - Você faz parte do grupo dos sortudos de 1 por cento da população mundial milionária ou dos outros 99 por cento que, juntos, têm menos riqueza do que os poucos ricaços?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires


Santo Mé

Na última sexta-feira (5) este escriva, acompanhado da Fátima estivemos no "Bar Santo Mé", para passar ali bons momentos de descontração e saborear umas "geladinhas", acompanhada de tira-gosto especial, como por exemplo lambari frito e bolinho de bacalhau, além de escutar o Amigo Téo cantar ótimas músicas. Muito bom. Veja as fotos






Téo e os seus músicos, muito bom!


CONVITE - 1º Encontro de Toca em Barra de São Francisco - ES

O convite está feito, vamos participar.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

O pré-sal acabou

Conjuntura desfavorável, erros do governo e, agora, restrições climáticas futuras tocam o sino da morte para o sonho petroleiro brasileiro

Dilma Roussef provavelmente não se orgulhará disso, mas deverá entrar para a história como a presidente que assinou o fim do pré-sal.

Sei que essa afirmação não faz sentido à primeira vista. Todos lembrarão as eleições de 2014, quando a campanha de Dilma levou ao ar o filmete que acusava sua adversária, Marina Silva, de roubar o futuro das criancinhas por ter declarado que reduziria a prioridade do petróleo ultraprofundo.

Em 2015, no entanto, a sanha petroleira do governo esbarrou no munda da realidade, cujo tijolo final talvez tenha sido assentado pela própria presidente, ao ordenar a sua ministra do Meio Ambiente e a seus embaixadores que negociassem um bom acordo do clima em Paris.

O Acordo de Paris estabelece o objetivo de manter o aumento da temperatura média global abaixo de 2º C. Na prática, isso significa que a humanidade não poderá emitir mais do que 850 bilhões de toneladas de CO² entre hoje e o fim dos tempos.

Ocorre que as reservas comprovadas de combustíveis fósseis, pré-sal incluído, contém pelo menos tr~es vezes isso. O acordo do clima sacramentou, portanto, que a humanidade se comprometeu a deixar a maior parte do petróleo no subsolo.

Mas há um complemento ao objetivo no acordo: o documento fala em "envidar esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5º C". Nesse cenário, a restrição á exploração de combustíveis fósseis será ainda maior. No longo prazo, portanto, o pré-sal não tem muito futuro..

Mas e no curto prazo? A promessa climática do Brasil, a chamada INDC, não traz nenhuma revolução renovável para o setor de energia do país. Pelo contrário, logo após o seu anúncio, em setembro passado, o governo divulgou sue planos para a expansão da geração de energia do país nos próximos dez anos, com 70,6% dos investimentos projetados para combustíveis fósseis (quase R$ 1 trilhão).

A princípio, o Brasil poderia se valer de sua condição de país em desenvolvimento e querer torrar ou exportar todo o petróleo do pré-sal nos próximos dez ou 15 anos.

Poderia. Não fossem os outros tijolos do muro da realidade.

O principal deles é o choque de oferta, causado pelo óleo não convencional dos Eua e pela retomada da produção no Iraque. Neste ano, o preço do barril de petróleo caiu para menos de US$ 30, abaixo do mínimo de US$ 40 que o governo tem dito ser o limite da viabilidade do pré-sal. É difícil prever por quando tempo os preços ficarão baixos.

Enquanto esse cenário perdurar, o risco financeiro do investimento em escala no pré-sal se manterá alto.

No Brasil, o custo de extração é alto e sua velocidade é baixa, e não h á como alterar essa realidade no curto prazo. As causas são bem conhecidas: a decisão de ter a Petrobrás como operadora única do pré-sal, a política do preços de combustíveis e a política do conteúdo nacional, cujos resultados mais conhecidos nos vêm sendo apresentados pelo juiz Sérgio Moro.

Será difícil atingir um patamar de produção significativo antes que o torniquete do acordo de Paris comece a apertar.

A combinação entre conjuntura internacional desfavorável, erros do governo e, agora, restrições climáticas futuras toca o sino da morte para o sonho petroleiro do Brasil. Se a escola de nossas crianças depende mesmo do petróleo, como quis fazer crer a propaganda, então estamos numa roubada mais profunda que a camada do pré-sal.

Fonte: Carlos Rittl - doutro em biologia tropical e recursos naturais, é secretário-executivo do Observatório do Clima, uma rede de organizações da sociedade civil -   Folha de São Paulo - Impresso.





Eduardo Montes / Motociclista / Brasília

O motociclismo nos proporciona bons momentos, boas amizades e fatos que registram a nossa história. Na semana passada conheci o Eduardo Montes, morador de Brasília/DF, peruando de nascimento, porém morando no Brasil há mais de 30 anos. O Eduardo esteve visitando o seu país, retornando  ao Brasil pelo Acre, porém chegando próximo a Porto Velho, sofreu um pequeno acidente, Graças a Deus sem maiores consequências, somente um "calombo" na perna e a sua moto sofreu danos pequenos.

Já tinha conversado com o Eduardo pelas redes sociais; quando na tarde de quinta-feiura passada (4), recebi um telefonema de um caminhoneiro que me avisou que um amigo de moto tinha sofrido um pequeno acidente, justamente o Eduardo, e estava precisando de ajuda. O Eduardo solicitou a este caminhoneiro que entrasse em contato comigo e assim fez.  

Imediatamente, fui até ao local informado (BR 364/sentido Acre), a uns 40  km de Porto Velho, isto já por volta das 18h, porém não encontrei, mas fui até o posto da PRF para quem sabe obter informações sobre o motociclista que sofreu um pequeno acidente, que era o Eduardo.  Chegando no posto da PRF, encontrei o Eduardo já pronto para vir até a Porto Velho, pois os patrulheiros prontamente também o atenderam. Como eu estava com a minha pequena caminhonete, embarcamos a moto do Eduardo, trazendo o  mesmo até o Hospital da Unimed, para um pronto atendimento. Após exames, o resultado foi tudo normal, apenas com um pequeno "calombo" na perna. Medicado e liberado. 

Do Hospital da Unimed, trouxe o Eduardo para minha casa para descansar, um bom banho, jantar e aquele papo gostoso. No dia seguinte levamos a moto para a Oficina do Edson, nosso mecânico de confiança, que prontamente fez alguns pequenos consertos. Tudo sob controle. E na sexta-feira a tarde, o Eduardo resolver seguir viagem, mesmo eu tendo insistindo para que saísse só no dia seguinte. Porém, o Eduardo com seus compromissos em sua cidade resolver sair na sexta-feira a tarde. E assim seguiu a sua viagem. Valeu Amigo, de qualquer forma ficamos felizes em recebê-lo em nossa casa. Coisas interessantes do motociclismo estradeiro. Valeu, abraço. Veja as fotos.















E lá vai o Eduardo... Boa viagem!